Como financiar um carro: Guia com 4 etapas

Ter o seu próprio carro pode ser o sonho de muitas pessoas, mas, por envolver altos valores, é uma escolha que deve ser tomada com cuidado.

Vemos que a maioria das pessoas não tem orçamento disponível para comprar em dinheiro, por isso escolhem pagar em prestações.

Mas qual a maneira de financiar um carro sem correr riscos financeiros?

Muitos fatores devem ser considerados, como a quantidade da entrada, os tipos de financiamento, os juros e, portanto, o tamanho das parcelas. Por esses motivos, quanto mais você propor, mais segura será sua compra.

Com isso em mente, listamos neste artigo tudo o que você gostaria de entender sobre financiamento de automóveis sem dor de cabeça. Deseja entender mais? Confira abaixo!

Qual o tipo de financiamento de carro é mais indicado?

Antes de refletir sobre a maneira de financiar um carro, avalie se a aquisição do carro é basicamente necessária. Na ponta do lápis, usar transporte e motoristas por aplicação é muito mais barato.

Financeiramente falando, se você não trabalha ou viaja muito, a aquisição não vale a pena.

Mas se você quer ter o conforto de possuir um carro, não esqueça que as despesas vão muito além do preço de aquisição.

Existem gastos com combustível, seguro, manutenção e, portanto, o IPVA anual, que não é barato. Se houver espaço para tudo isso dentro do seu orçamento, você estará pronto para o financiamento.

Existem vários fatores que devem ser considerados ao escolher o financiamento de automóveis.

Portanto, para tomar a decisão mais correta, sugerimos nesse artigo as seguintes dicas:

  • Escolha o tipo de financiamento;
  • Faça simulações online;
  • Escolha a instituição financeira;
  • Negocie os juros.

Em seguida, inspecione todas as letras pequenas do contrato para financiar um carro sem surpresas desagradáveis!

Financiar um carro dicas

Escolhendo o método certo para financiar um carro

O primeiro passo para conhecer a maneira de financiar um carro é entender os mais diversos tipos de financiamento do mercado: linha de crédito direto, leasing e consórcio.

Linha de crédito direto (CDC)

É o financiamento tradicional, durante o qual o comprador toma um empréstimo para formar a aquisição.

O veículo está registrado com o nome do comprador, mas não pode ser negociado até que todas as parcelas sejam pagas.

Nesta modalidade de financiamento de um carro, é necessário dar uma entrada de no mínimo 10% do valor do carro.

Quanto maior o pagamento inicial, maiores serão as condições de financiamento. Há também uma taxa de juros, que é fixada no início do contrato e não muda durante o pagamento das parcelas.

Tudo isso será negociado diretamente com o banco ou organização financeira, portanto, não há necessidade de intermediação pela concessionária.

Locação

No leasing, o cliente aluga o carro por um período predeterminado, com uma opção de venda na parte superior do contrato.

Sendo que o comprador é o proprietário do carro, mas ele é registrado como propriedade do banco ou organização financeira durante o pagamento das parcelas.

Quando as parcelas terminam, você tem três opções: comprar o carro pelo preço acordado, renovar o aluguel ou devolver o carro.

Consórcio

O consórcio é aquela opção para quem precisa do carro, mas não tem dinheiro suficiente para entrar no financiamento.

Nessa opção você faz parte de uma disputa com outros consumidores que também pagam parcelas mensais e formam um fundo coletivo para a aquisição do carro.

Uma vez por mês, é formado um sorteio entre os membros do grupo, durante os quais o vencedor recebe uma carta de crédito, para a aquisição do veículo escolhido.

Em outras palavras, não há um prazo determinado para ter o carro na mão. Se você tiver sorte, geralmente é rápido, mas também pode levar um tempo prolongado.

Não há taxa de juros e, portanto, o processo de entrada é direto, sem burocracia. Além disso, as parcelas são geralmente menores do que as do financiamento tradicional e os contratos costumam ter até 84 meses.

Por outro lado, diferentemente dos modelos opostos, o valor das parcelas pode mudar. Se o preço de mercado do carro subir, a parcela aumentará, mas se o valor diminuir (por causa de alguma isenção de impostos do governo, por exemplo), a parcela será reduzida.

Há também uma taxa de administração referente aos serviços da empresa que gerencia o consórcio.

Faça simulações online para financiar um carro

Antes de colocar o plano em prática, faça alguns testes para financiar um carro na web.

Qualquer que seja o modelo de financiamento que você selecionar, a maioria das instituições financeiras possui simuladores on-line que revelam qual a proporção que um indivíduo gastará em uma compra mensal, incluindo todas as taxas e despesas.

Para isso, basta preencher algumas informações como renda familiar, quantidade disponível para entrada e número desejado de parcelas.

Escolha a melhor instituição financeira

A escolha da organização financeira também é uma parte crucial do caminho para financiar um carro.

O primeiro passo é procurar o banco do qual você é titular de uma conta e também é necessário procurar condições de financiamento de veículos.

Normalmente, as instituições com as quais você já possui relacionamentos são as opções mais simples para esse tipo de negociação.

No entanto, essa não poderia ser sua única alternativa. Então, faça uma pesquisa online para ver as condições e taxas oferecidas por outros bancos.

Para isso você precisará dessas informações para trocar interesses e impedir que a instituição de sua escolha seja afetada.

Negociar juros na hora de financiar um carro

Muitas pessoas param de negociar taxas de financiamento e taxas de juros, porque não sabem que isso geralmente é possível ou porque precisam de pouca disposição para tentar fazê-lo.

Conforme declarado no tópico anterior, geralmente o banco em que você já possui uma conta é a melhor opção, mas isso nem sempre se aplica.

Portanto, realize uma pesquisa radical, reúna argumentos e faça check-out para pedir o valor melhor da instituição escolhida. No topo da negociação, se outro banco oferecer uma oferta melhor, não hesite em fazer a troca.

Também concentre-se em todo o Custo Efetivo (CET), que incorpora despesas como o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), entre outras, pois tudo isso também pode influenciar.

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